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Divergentes

Amor proibido que não procurei
Chegou de mansinho nem sei como...
E de ti me enamorei

Saciei a saudade
Na minha vontade de te amar
Mas foi na minha saudade
Que lágrimas me fez derramar

Sei que pedras preciosas
São difíceis de encontrar
E como toda pedra que brilha
Um preço alto há de se pagar


Meus olhos sem o brilho de antes
Pelo caminho deixa escapar
Lágrimas silenciosas,
Percorrendo o rastro contínuo
De quem nasceu para te amar

Nos teus lábios...
O néctar que nunca provei
E em teus braços, a lembrança marcada
No abraço que te dediquei

Há a esperança, sem esperança
De nosso mundo cruzar
Mas obstáculos infindos
Em linhas divergentes,
Sei que em nosso destino
A cada dia que segue
Mais longe um do outro vamos ficar

Margot Carvalho